quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Inventor de Ilusões!
Finjo-me poeta, inventor de ilusões, mágico de utopias "fazedor" de alegrias e deixo-me levar por vales verdes da minha imaginação em tropel, como cavalo alado! Circundeio sonhos, danço de mãos dadas com fantasias, navego anseios, flutuo sobre os sorrisos da vida e voo feliz sobre trigais de paixões! Abraço os raios translúcidos do sol, que me invade a alma com seu ardor, respiro maresias, cavalgo ondas irrequietas de saudades, escuto murmúrios que se espraiam em espuma, sussurra-me o luar, doce melodia, de harpa estelar! Sinto tudo o que penso, sem desalentos em louca orgia de sentimentos num turbilhão de emoções porque me finjo poeta de ilusões.