Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu ...
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de Moraes
Sou um homem, um jovem, um menino, sou a razão e a emoção, sou tudo e sou nada, sou carinho, sou apenas mais um e sou único... Assim como todos são... Ou não! Não me julgue, nem se achar que me conhece, pois realmente não me conhece, não se iluda, não dou garantias, não sou perfeito, não se assuste, algumas coisas são apenas máscaras do primeiro encontro, não se aproxime se já tem a idéia de se afastar
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Não queira morrer antes de viver
Uma noite, eram quase dez da manhã, quando o surdo ouviu o mudo dizer que o cego viu o aleijado correr atrás de um carro parado, a 100 km, num dia frio com 40 graus de calor em que o sol iluminava a noite, e uma velha de 18 anos deitada num banco de madeira feito em pedra, dizia calada que preferia morrer do que perder a vida....
Por isso não queira morrer antes de viver.
Por isso não queira morrer antes de viver.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Aqui
Aqui onde a chuva cristalina não vem teu rosto beijar
onde o vento não dança nem canta
aqui onde as crianças não podem na rua brincar
e o teu grito morre na garganta
aqui onde não há trabalho
não há searas de pão
onde não há casa para habitar
aqui onde é urgente sonhar
onde se perde razão
aqui onde tudo está a secar
aqui... meu amor estamos
Amanhã quero levar-te daqui
quero dar-te a mão
e de mansinho caminharemos juntos para a fonte da liberdade
onde o vento não dança nem canta
aqui onde as crianças não podem na rua brincar
e o teu grito morre na garganta
aqui onde não há trabalho
não há searas de pão
onde não há casa para habitar
aqui onde é urgente sonhar
onde se perde razão
aqui onde tudo está a secar
aqui... meu amor estamos
Amanhã quero levar-te daqui
quero dar-te a mão
e de mansinho caminharemos juntos para a fonte da liberdade
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