O que se passa no mundo faz-me lembrar uma lenda da Grécia clássica de um homem que, indignado com a injustiça tirânica dos deuses para com a sorte dos humanos, lançou a sua flecha contra o céu. A flecha tombou manchada de vermelho e do céu começaram a chover gotas de sangue.
Se hoje alinhássemos em fila indiana os «deuses» que cometeram a infâmia de usar com desumanidade o governo dos homens, haveria milhões a atirar as suas flechas contra esses novos olímpos.
Mas os protestos dos milhões de homens desumanamente atingidos pelas injustiças cruéis dos novos deuses não valerão mais do que as flechas do atirador grego?
Se não o fizermos estaremos mais tarde a cantar como os Deolinda: «Que parvos que fomos».
Ao longo de muitas gerações, o homem tem engendrado formas de viver compatíveis com a sua espécie e a sua época. Chamamos a isso movimento e dialéctica. É como se fizéssemos uma escultura viva, sempre a caminhar, do que vai e do que vem, num constante renovar de ideias. E não nos venham dizer que isto são utopias, como dogmaticamente proclamam os novos compêndios do anticomunismo.
Bem sabemos que o anticomunismo tem raízes fundas, bem entranhadas nos grandes interesses económicos e financeiros. Quer o anticomunismo tropegamente visceral, quer o mais elaboradamente pseudo-pensante, muitas vezes em versões difusas, escusas de entrever, abundantemente publicadas e ensinadas em Universidades. O que se pretende prescrever é, obviamente, a ideia de uma nova sociedade, de melhor e mais autêntica igualdade. De maiores oportunidades e com garantias delas. Para o que já se chamou, na linguagem do romantismo revolucionário, ao assalto do céu.
Desesperam-se por não conseguirem calar a nossa voz.
Porque nós confiamos na força das ideias, quando elas se tornam actuantes como movimentos.
Temos um passado que pulsa orgulhosamente em nós. E temos um presente em que estamos tão indiscutivelmente presentes que ninguém pode contestar a nossa contribuição de liberdade e a nossa participação interveniente para uma sociedade que defendemos de porta aberta – uma sociedade em que todos tenham – e terão! – o direito de entrar.
Sou um homem, um jovem, um menino, sou a razão e a emoção, sou tudo e sou nada, sou carinho, sou apenas mais um e sou único... Assim como todos são... Ou não! Não me julgue, nem se achar que me conhece, pois realmente não me conhece, não se iluda, não dou garantias, não sou perfeito, não se assuste, algumas coisas são apenas máscaras do primeiro encontro, não se aproxime se já tem a idéia de se afastar
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
PORTO É O MAIOR
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O que é o amor?
Todos nós em qualquer ocasião já nos interrogamos, o que é o amor? para mim o amor é tão sublime que é impossível descrevê-lo. contudo, tenho algumas ideias que quero partilhar sobre o que é o amor para mim.
- Amar é esquecer-se de si, dar-se sem medida, entregar, oferecer-se com o melhor de si mesmo, querer o melhor para o outro.
- Amar é compartilhar alegrias e tristezs, buscar soluções para os problemas, formando juntos uma união de pensamento, de sentimentos e ideais a conquistar.
- Amar é preferir o outro, sobretudo o que não agradece o que lhe faz, é sair de si mesmo para ir de encontro aos outros seres humanos.
- Amar é aceitar o outro e a vida, sabendo dar, comunicar, renunciar e viver para a pessoa amada.
- Amar é ser semelhante a um rio, sempre a andar e a crescer levando de vencida todos os obstáculos, que surgem, no seu caminhar, até morrer no mar infinito...
Quem ama deve tentar diáriamente redescobrir e viver a autentica grandeza, a força, o impulso, o vigor, a beleza, a atracção e as exigências..do verdadeiro amor
- Amar é esquecer-se de si, dar-se sem medida, entregar, oferecer-se com o melhor de si mesmo, querer o melhor para o outro.
- Amar é compartilhar alegrias e tristezs, buscar soluções para os problemas, formando juntos uma união de pensamento, de sentimentos e ideais a conquistar.
- Amar é preferir o outro, sobretudo o que não agradece o que lhe faz, é sair de si mesmo para ir de encontro aos outros seres humanos.
- Amar é aceitar o outro e a vida, sabendo dar, comunicar, renunciar e viver para a pessoa amada.
- Amar é ser semelhante a um rio, sempre a andar e a crescer levando de vencida todos os obstáculos, que surgem, no seu caminhar, até morrer no mar infinito...
Quem ama deve tentar diáriamente redescobrir e viver a autentica grandeza, a força, o impulso, o vigor, a beleza, a atracção e as exigências..do verdadeiro amor
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Histórias da Carochinha
Estou cansado de canções e histórias de amor, falam sempre de um final feliz. Mas toda a gente sabe que a vida nunca funciona assim!!!
Existiu uma altura na vida em que acreditei piamente de que eu fazia parte de uma qualquer história, escrita por um argumentista - omnipresente e omnipotente -e que claro está me reservaria um final de fábula, e depois um Tê resolveria transformar para um Rui cantar. E seria cantado...
Hoje as canções já não deviam ser de amor mas de luta, de real, de pés-no-chão [talvez pelo aumentar do meu peso os pés já não consigam sair do chão ;-)].
Sinto pena daqueles que ainda vivem na esperança de ter uma misera história de amor, mais cedo ou mais tarde cairão numa desilusão onde só os mais fortes conseguirão sair.
Morreu o mito do Dom Quixote, morreram os mitos dos cavaleiros andantes, morreu Parcival.
Morram as canções e as histórias de amor. Morram.
Oh Deus o mundo que criaste já não existe...
Existiu uma altura na vida em que acreditei piamente de que eu fazia parte de uma qualquer história, escrita por um argumentista - omnipresente e omnipotente -e que claro está me reservaria um final de fábula, e depois um Tê resolveria transformar para um Rui cantar. E seria cantado...
Hoje as canções já não deviam ser de amor mas de luta, de real, de pés-no-chão [talvez pelo aumentar do meu peso os pés já não consigam sair do chão ;-)].
Sinto pena daqueles que ainda vivem na esperança de ter uma misera história de amor, mais cedo ou mais tarde cairão numa desilusão onde só os mais fortes conseguirão sair.
Morreu o mito do Dom Quixote, morreram os mitos dos cavaleiros andantes, morreu Parcival.
Morram as canções e as histórias de amor. Morram.
Oh Deus o mundo que criaste já não existe...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Segunda-feira triste
Estou como o tempo, murcho, o fim de semana foi para esquecer os Hippyes perderam por culpa própria com ajuda do treinador que cada vez percebe menos da coisa...
enfim, temos de levar a cruz ao calvário só faltam 5 jogos para acabar, o que vale são a familia, os amigos e as tainadas para esquecer.
Ainda por cima nunca mais vem sol, até os sonhos dormem com este tempo!
sim dormem!
O que há em mim é sobretudo cansaço, não disto nem daquilo,
nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
enfim, temos de levar a cruz ao calvário só faltam 5 jogos para acabar, o que vale são a familia, os amigos e as tainadas para esquecer.
Ainda por cima nunca mais vem sol, até os sonhos dormem com este tempo!
sim dormem!
O que há em mim é sobretudo cansaço, não disto nem daquilo,
nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
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