quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Escrevo-te Hoje, ainda, te escrevo palavras que não irás ler temperadas pelo sal da minha alma, acalentadas pelo cálido suspiro do coração que insiste em querer vencer a razão, corroer a verdadeira voz do meu ser. Perdida nos mistérios da noite entrego-te as palavras mais brandas que entre os dedos construí - dançam no silêncio do olhar- para me alimentar de ti, rasgar esta saudade fria... beber de cada palavra o néctar do nosso amor. Escrevo-te para silenciar esta amargura que trago no peito, lateja no pensamento. Escrevo-te... silencio o mundo, visto-me de ti da cor do intenso desejo que reluzia no teu olhar, aqueço-me com o calor do teu abraço permanecendo completa na doce ilusão do teu enlaço

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