Sou um homem, um jovem, um menino, sou a razão e a emoção, sou tudo e sou nada, sou carinho, sou apenas mais um e sou único... Assim como todos são... Ou não! Não me julgue, nem se achar que me conhece, pois realmente não me conhece, não se iluda, não dou garantias, não sou perfeito, não se assuste, algumas coisas são apenas máscaras do primeiro encontro, não se aproxime se já tem a idéia de se afastar
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Desejo a todos uma Santa e Feliz Páscoa.
O fuzilamento, em 17 de Abril de 1809 pelas tropas invasoras francesas, de 62 Arrifanenses.


Arrifana, lembrou no passado domingo,um acontecimento de extraordinário significado! O fuzilamento, em 17 de Abril de 1809 pelas tropas invasoras francesas, de 62 arrifanenses.
O respeito pelos antepassados, principalmente por aqueles que pagaram com o seu próprio sangue a vontade de defenderem a sua Terra, leva-nos a desejar manter viva a Memória dos Mártires de Arrifana perpetuada nas Alminhas, no Retábulo e no Monumento que várias gerações de arrifanenses foram erguendo para que jamais fossem esquecidos.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Os economistas e a crise
Cansado de ouvir falar tanto de crise deixo-vos aqui esta mensagem que me foi enviada, que é pertinente e actual!
Dizem os economistas que o pão está caro, que o vinho está caro, que viver está caro, mesmo pagando a pronto, mas que, se for para morrer, ó meus amigos, fazemos um desconto.
Dizem os economistas que assim não tem jeito, que Deus nos acuda, que venha o Diabo e escolha, que o Carmo caia, que a Trindade expluda, que, como bons fiéis que somos, nos queixemos ao bispo a propósito dessa grande lambança, ou, isso que é bonito, vendamos os anéis, os dedos e a nossa esperança.
Dizem os economistas que a Terra é quadrada, a lei da gravidade uma fantochada, boa para ser revogada, que água mole em pedra dura tanto bate até que a água acaba ou, pelo menos, é tributada, por um cêntimo, por um triz, colaborando para o redimensionamento das dívidas do país.
Dizem os economistas que dois e dois são quatro e, se a plateia concordar, dizem isso outra vez e vão repetindo até o infinito ou até ouvirem, vindo não se sabe de onde, um grito dizendo que a conta agora dá cinco, obrigando-os a contratar uma empresa de auditoria, pertencente a uma tia, ou uma gorda senhora, ex-mulher de um conde, leitora de tarot, só para verificar e certificar qual o mais certo valor.
Dizem os economistas, de manhã, que não devemos nos preocupar, que se é certo que o preço da água vai subir, também podemos intuir que será irrisória a nova taxa sobre o ar e, assim, caridosos que são, quase todos nós vamos poder continuar a respirar.
Dizem os economistas, de noite, que as previsões falharam, que os dados ruíram, que os números mentiram, os cálculos tramaram, os papéis beberam, os gráficos fumaram e as contas fugiram com um malabarista de circo.
Dizem os economistas que não há luz no fim do túnel, que não há arco-íris no fim da estrada e, num rompante místico, que não há nada depois do nada, que tudo isso não passa de fado, sorte ou erro estatístico. É o que dizem, eles, os economistas. Até, claro, como sempre, darem o dito pelo não dito.
O que não dizem os economistas, no fundo, grandes humanistas, é que os lírios continuam a liriar todos os dias, mesmo que esse verbo ainda não exista. O que eles esquecem, só porque sim ou só porque não, é que nenhum sorriso cabe numa equação. O que eles não ouvem, e isso não é direito, logo torto, é que de poeta e de louco todos nós temos um pouco.
Amigos, deixemos os economistas a dizer. Deixemos os números a falar. Uma hora eles cansam de tentar nos convencer. Uma hora eles param de tentar nos massacrar.
Dizem os economistas que o pão está caro, que o vinho está caro, que viver está caro, mesmo pagando a pronto, mas que, se for para morrer, ó meus amigos, fazemos um desconto.
Dizem os economistas que assim não tem jeito, que Deus nos acuda, que venha o Diabo e escolha, que o Carmo caia, que a Trindade expluda, que, como bons fiéis que somos, nos queixemos ao bispo a propósito dessa grande lambança, ou, isso que é bonito, vendamos os anéis, os dedos e a nossa esperança.
Dizem os economistas que a Terra é quadrada, a lei da gravidade uma fantochada, boa para ser revogada, que água mole em pedra dura tanto bate até que a água acaba ou, pelo menos, é tributada, por um cêntimo, por um triz, colaborando para o redimensionamento das dívidas do país.
Dizem os economistas que dois e dois são quatro e, se a plateia concordar, dizem isso outra vez e vão repetindo até o infinito ou até ouvirem, vindo não se sabe de onde, um grito dizendo que a conta agora dá cinco, obrigando-os a contratar uma empresa de auditoria, pertencente a uma tia, ou uma gorda senhora, ex-mulher de um conde, leitora de tarot, só para verificar e certificar qual o mais certo valor.
Dizem os economistas, de manhã, que não devemos nos preocupar, que se é certo que o preço da água vai subir, também podemos intuir que será irrisória a nova taxa sobre o ar e, assim, caridosos que são, quase todos nós vamos poder continuar a respirar.
Dizem os economistas, de noite, que as previsões falharam, que os dados ruíram, que os números mentiram, os cálculos tramaram, os papéis beberam, os gráficos fumaram e as contas fugiram com um malabarista de circo.
Dizem os economistas que não há luz no fim do túnel, que não há arco-íris no fim da estrada e, num rompante místico, que não há nada depois do nada, que tudo isso não passa de fado, sorte ou erro estatístico. É o que dizem, eles, os economistas. Até, claro, como sempre, darem o dito pelo não dito.
O que não dizem os economistas, no fundo, grandes humanistas, é que os lírios continuam a liriar todos os dias, mesmo que esse verbo ainda não exista. O que eles esquecem, só porque sim ou só porque não, é que nenhum sorriso cabe numa equação. O que eles não ouvem, e isso não é direito, logo torto, é que de poeta e de louco todos nós temos um pouco.
Amigos, deixemos os economistas a dizer. Deixemos os números a falar. Uma hora eles cansam de tentar nos convencer. Uma hora eles param de tentar nos massacrar.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Pobre Portugal
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
PORTO CAMPEÃO
O título nacional confirmado este domingo não é apenas o 25º da história dos Dragões. É ainda o 21º troféu conquistado no século XXI, uma marca única em toda a Europa. Com sete campeonatos nacionais, cinco Taças de Portugal, seis Supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental, o FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI.



Subscrever:
Mensagens (Atom)



